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CONSELHOS FÖRCH.

Como ensinar Educação Rodoviária às crianças.

10/10/2017

Segurança Rodoviária

Hoje na actualidade FÖRCH, trazemos oito simples conselhos para fomentar a educação rodoviária entre os mais pequenos e que saibam desenvolver-se tanto nas ruas como dentro do carro.

As crianças são um dos principais grupos de risco de morte num acidente de trânsito, já seja por imprudência, desconhecimento das normas básicas de segurança ou simples descuidos, tanto pela sua parte como pela dos seus progenitores.

Com o objectivo de melhorar esta situação, elaboraram-se uma série de conselhos para fomentar a educação rodoviária entre os mais pequenos com o fim de que saibam desenvolver-se com facilidade não só nas ruas, mas também no interior dos veículos.

 

IMITAÇÃO. Recorda que as crianças imitam o que vêem. O exemplo é a melhor maneira de inculcar valores. As palavras são levadas pelo vento, mas os factos permanecem na retina. De nada serve atravessar com o semáforo em vermelho e recalcar aos mais pequenos que essa acção não é correcta. Os adultos devem ser os primeiros em respeitar as normas, especialmente quando estão acompanhados de menores de idade.

RELAXAÇÃO. Controle os seus impulsos. Actuar com cautela quando nos colocamos ao volante sem provocar ao resto de condutores e sem utilizar o telemóvel no carro são acções que as crianças repararão quando desenvolvam as suas condutas futuras. Ante esta situação, um condutor deve ser prudente, não só para evitar acidentes, mas também para que no dia de amanhã, os que hoje são menores saibam desenvolver-se de maneira correcta.

BRINCANDO. As crianças adoram brincar a ser adultos. Brincam a ser professores, a que estão no escritório ou que guiam o seu próprio carro. Por isso, conseguir que aprendam educação rodoviária mediante o jogo é um dos métodos educativos mais eficazes para transmitir-lhes quais são os riscos e responsabilidades derivados da via pública. Pode-se brincar a que a criança vai sozinha pela rua e tem de reagir ante diferentes adversidades, que está a guiar e tem de ligar aos sinais, viragens ou semáforos cumprindo as regras estabelecidas, ou leva-la a circuitos fechados para bicicletas infantis, onde tenha de respeitar as normas de circulação.

TODOS APERTADOS. Comece a andar quando todos tenham o cinto de segurança posto. Explicar às crianças as graves lesões que podem sofrer se não se apertam o cinto de segurança ou a quantidade de vidas que salva este elemento ajudará a que as novas gerações percebam o cinto de segurança como um seguro de vida.

NO CARRO, TRANQUILIDADE. Para conseguir que as viagens com as crianças sejam tranquilas, sem alvoroços, choros e cansaço, uma boa ideia é simular dentro da garagem o que aconteceria se brigam no interior do carro, se distraem ao  condutor com os seus gritos ou o que poderia acontecer se o seu brinquedo preferido acaba debaixo do pedal do travão. As crianças podem ir entretidas com um filme ou com os brinquedos de toda a vida como o “qual é a coisa qual é ela” ou “quantos carros azuis vês?

APRENDEM MEDIANTE A EXPERIÊNCIA. Utilizar espaços para dar exemplos concretos dentro do próprio cenário, como pode ser deter-se num stop ou atravessar uma passadeira de peões só quando o boneco está verde, ajudam às crianças a interiorizar acções de educação rodoviária como hábitos próprios do seu dia-a-dia.

ESTACIONAR CORRECTAMENTE. As imediações das escolas convertem-se em verdadeiros lugares de infracções de segurança rodoviária: carros estacionados em dupla fila, crianças que descem do carro pelo lado oposto ao passeio, cruzamentos por lugares indevidos para ganhar tempo, etc. É importante NÃO ensinar às crianças que há certas normas que se podem transgredir num momento determinado, porque isto pode derivar em que eles se saltem essas mesmas regras o dia de amanhã simplesmente porque não lhes convenha faze-lo.

BOAS FORMAS NO DIA-A-DIA. Transmitir a importância de ajudar aos demais, mesmo que seja fora do seu entorno familiar também é um valor a ter em conta na hora de transmitir educação rodoviária. Por exemplo, levar o animal de estimação segurado ou esperar como condutor a que uma pessoa com mobilidade reduzida acabe de atravessar a rua mesmo que o semáforo já esteja em verde. São acções do dia-a-dia que fomentam a segurança rodoviária de todos.

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