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CONSELHOS FÖRCH.

Como conduzir em Primavera.

29/05/2018

Conduzir em Primavera.

Com a Primavera chegam os dias ensolarados e as temperaturas mais suaves nas que tendemos a relaxar-nos ao volante.

Mas, atenção, a Primavera é por excelência a estação do clima instável e podemos passar de desfrutar do Sol a suportar intensas chuvas em apenas uns minutos. Por isso aumenta a frequência de sinistros, porque inconscientemente somos menos prudentes mesmo na altura do ano em que se produzem as mais bruscas mudanças de tempo.

A Primavera é também a época das alergias. E um espirro fora de tempo pode resultar muito perigoso se estás a guiar. Por isso, em Primavera é fundamental respirar ar limpo ao volante. Que melhor forma de faze-lo que ir à tua oficina de confiança para que façam uma revisão detalhada do sistema de ar condicionado e te revisem o filtro de habitáculo? Assim, preparas o veículo para qualquer mudança nas condições climatológicas próprias desta época.

Estudos clínicos demonstraram que a contaminação de substâncias agressivas para as vias respiratórias no veículo pode ser até seis vezes maior dentro que fora do carro. Os alérgicos sabem isso muito bem. Mucosas irritadas, ardor nos olhos, dor de cabeça… são alguns dos sintomas mais frequentes.

No nosso país, além disso, encontra-se umas das piores zonas geográficas de Europa para quem padece alergias primaverais. Especialmente às gramíneas, que é o tipo de alergia que afecta ao 77% dos alérgicos na Península. A alergia não impede conduzir, mas até Junho vão registar-se os níveis mais altos do ano ou seja que temos que tomar precauções.

 

 CONSELHOS ANTES DAS MUDANÇAS DO TEMPO

A ANSR (Autoridade nacional de segurança rodoviária) oferece recomendações para manter a segurança da condução nestas circunstâncias climatológicas adversas já que nestes meses podem surpreender-nos os aguaceiros, a névoa ou o granizo, que hão-de somar-se às premissas de condução com bom tempo que se resumem em:

Respeitar a sinalização e os limites de velocidade, tanto específicos como genéricos.

Guardar as distâncias de segurança entre veículos, ou seja, aquela que nos permite deter-nos sem colidir com quem nos precede no caso de travagem brusca. Para calcula-la em estradas secas com boa visibilidade pode aplicar-se a regra do quadrado: dividir a velocidade entre dez e eleva-la ao quadrado (no caso de faixas molhadas, a distância deverá ser o dobro): A 50 km/h: 50/10=5. 5×5= 25 metros de distância. A 120 km/h: 120/10=12. 12×12= 144 metros de distância.

Com chuva

Recordamos-lhe os pontos-chave dos nossos conselhos para conduzir com chuva:

Acender as luzes de cruzamento para ser vistos.

Usar os limpa-pára-brisas e dirigir ou aquecimento aos vidros para evitar que se embaciem.

Não adiantar sem necessidade.

Não travar bruscamente para evitar o aquaplaning.

Aumentar a distância de segurança.

Se a chuva é muito intensa, parar com muita precaução fora da estrada. Não abandonar o veículo se não temos a certeza de chegar a um refúgio ou lugar habitado a pedir ajuda.

Com granizo

Manter atenção permanente ante os possíveis deslizamentos.

Acender as luzes de cruzamento para ser vistos.

Diminuir lentamente a velocidade evitando tocar o travão.

Evitar acelerações, desacelerações e adiantamentos.

Aumentar a distância de segurança.

Se é necessário, deter o carro fora da calçada.

Com névoa

Estes são os pontos-chave dos nossos conselhos para para conduzir com névoa:

Acender as luzes de cruzamento e iluminação anti névoa.

Adaptar a velocidade e a distância de segurança.

Não seguir de perto outro veículo. Observar as luzes dos travões do que nos precede.

No caso de qualquer incidência, acender os duplos pisca-pisca, faróis e iluminação anti névoa.

Se é muito densa tomar como referência as marcas viárias da direita da calçada.

Prestar especial atenção à possível presença de veículos de duas rodas e peões, menos visíveis com névoa.

 

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