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CONSELHOS FÖRCH

CONDUZIR GRÁVIDA: todas as dicas para faze-lo com segurança.

07/09/2017

Conselhos para conduzir grávida

É conveniente para uma mulher grávida utilizar o cinto de segurança? Pode o seu uso magoar o feto? São muitas as mulheres na gravidez que se fazem estas e muitas perguntas respeito a se devem ou não utilizar o cinto de segurança no seu estado e se pode ser contraproducente ao bebé.

 Em todo caso, convém recordar uma máxima: em caso de acidente, qualquer lesão que o uso do cinto possa provocar tanto à mulher como ao feto, serão sempre muito menores que os que ambos sofreriam se a mulher não usa-se o cinto.

 

Em Portugal, é no Regulamento de Utilização de Acessórios de Segurança (Portaria nº 311-A/2005, 24 de Março) que se estipula a obrigatoriedade da utilização deste acessório durante viagens de automóvel.

Esta norma não exclui que a grávida pode usar cinto de segurança, sendo que, no entanto, abre, no artigo 5º, algumas excepções.

Assim, estará isento do uso de cinto, conforme previsto no Código da Estrada, quem possua um atestado médico para tal, devido a razões graves de saúde.

COMO DEVE SER UTILIZADO?

Deve colocar o cinto de três pontos normalmente, puxando a parte inferior o mais para baixo possível. Assim, em caso de travagem, a força será exercida sobre as ancas e não acima delas.

Faça passar a parte superior do cinto pelo meio do peito e por cima da barriga (não pela frente da barriga!)

Não passe a parte superior do cinto por baixo do braço

Não use o cinto nem demasiado largo, nem demasiado apertado

Se o cinto não tiver comprimento suficiente, considere comprar uma extensão para o mesmo

Considere comprar um adaptador para gestantes que permitirá manter o cinto na posição devida

Não coloque nenhuma das partes do cinto por detrás do corpo, quer seja a superior ou a inferior.

 

Quando viajam ao volante de um automóvel, as mulheres grávidas devem procurar ampliar a distância que as separa do volante, situando-se a uns 25 cm do mesmo, pois desta maneira se evitarão possíveis lesões em caso de acidente.

Se viajam como passageiras no banco dianteiro, é conveniente igualmente aumentar a distância e não desactivar o airbag. O uso combinado do airbag e do cinto de segurança evitará muitas mais lesões das que se poderiam produzir de não ter ambos dispositivos convenientemente conectados.

Para uma mulher grávida não é o mesmo conduzir durante o primeiro mês que faze-lo durante o oitavo ou o nono mês de gravidez. Por isso é necessário ir variando a posição de condução à medida que passem os meses, para adequar o posto de condução à evolução do corpo.

A comodidade é muito necessária para as mulheres grávidas que guiem. Se às maiores dificuldades que têm para realizar as manobras acrescentamos uma vestimenta incómoda que dificulta o manuseamento do volante estamos gerando riscos desnecessários.

Tanto se a mulher grávida guia como se viaja a bordo de um automóvel, é conveniente não realizar percursos compridos sem efectuar paradas mais frequentemente do que seria habitual. Se numa situação normal recomenda-se não conduzir durante mais de duas horas ou 200 quilómetros, no caso de mulheres grávidas a bordo é conveniente parar muito mais vezes, porque além disso precisam de ir à casa de banho ou comer com maior frequência.

Igualmente, é favorecedor tanto para a gestação da criança como para evitar dores e cãimbras nas pernas aproveitem as paradas para dar um pequeno passeio que permita activar a circulação.

Em princípio, estar grávida não supõe situação alguma de incremento de risco ao guiar nem existe uma proibição explícita ao respeito na normativa, obviamente falamos sempre no caso de experimentar uma gravidez saudável.

Mas é certo que chega um momento em que guiar volta-se uma situação muito incómoda para a gestante. Será sempre uma questão de sentido comum deixar de faze-lo, especialmente quando realizar determinados movimentos de volante ou rotações de cabeça podem resultar mais complicados e contribuir a provocar situações de risco ao deslocar-nos com o carro. Nestes casos, melhor optar por ocupar o assento do acompanhante.

 

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